sexta-feira, 4 de maio de 2007

Numa praça um encontro entre duas pessoas que não se conhecem, porem a partir do encontro passam a se conhecer.
Dia Instável, havia chovido e naquele instante fazia sol. A praça era pequena, mas com arcores grandes e velhas.
De um lado vinha uma mulher atravessando a rua. Ela olha para os lados e atravessa, senta no tronco de uma árvore e começa a observar as pessoas da praça, o vento...

- (ela) hmm mm
PENSANDO CONSIGO MESMA
- (ela) Hoje é somente hoje, esse vento batendo, essa dor no corpo, essa gripe que não passa, as dores o sucego...

Do outro lado da praça vem vindo um homem, ele vem inquieto, porem com muito tesão em descobrir novas pessoas, novos assuntos. ele veste uma calça larga com sua meia. Seu destino é ir a sua aula de musica. Ele atravessa a praça e quando ao fim dela para! Percebe-se e olha para trás, comentando consigo:

- (ele) Acho que já vi essa pessoas, essa mulher.

Ao pensar nisso volta para trás e senta num banco perto da árvore em que a mulher esta.

- (ela) Nossa que sensação estranha, parece que estou sendo observada.

ele com a sensação de conhece-la faz com que seu coração batesse mais forte.

-(ele) Aonde foi que eu a vi? Será que vou perguntar a ela? Mas é tão forte sua presença. tenho medo de ser invasivo.

-(ela) Sinto um atravessar de olhos em mim, um atravessar medroso de um homem que pensa que sabe das coisa da vid, mas que é cômodo estar onde esta.

Seus corpos de alguma forma se sentem atraidos.

-(ele) Quro saber quem é, mas sinto que já sei quem é, isso acaba me preenchendo, me confortando, é perfeito. mas tambem não tenho medo de que essa sensação se acabe.

-(ela) Quero conhece-lo, vou ate ele! Pois vejo que o que importa é dizer sim para as situações, ser flexivel com as minha decisões.

-(ele) Tenho interesse em conhece-la, pois parece que irá me trazer vantagens. Mas, ir ate ela, hum?

Ela olha para o lado e depara com aquele homem alto, estranho. Porém, ao olhar nos olhos dele, ela começa a se lembrar de muitas pessoas de sua vida, fazendo um retrocesso de suas memórias até seu nascimento:

-(ela lembrando) Nasci de cócoras, chorei pouco, lembro que minha familia era únida mas meus pais brigavam, na escola me sentia incluida mas também excluida. Tive paixões dolorasas pois no final acabava ficando sozinha, era "sapeca", sempre procurei fazer aquilo que me agradava e que eu me dava bem, mas sem sentir uma queda real como mortes, na real tinha medo da morte, pois não sabia o que é ela.
ao olha-lo me sinto insegura, mas ao mesmo tempo segura como uma redescoberta de mim. Sinto dor, solidão, tristeza, angustia a ponto de ficar louca, sem rumo, sem chão.

De supetão cai uma lágrima de seus olhos. com medo de se aproximar daquele homem, ela se levanta e vai embora ofegante. O homem sem saber o que aconteceu:

-(ele) Não entendo. Será que ela esta bem?... Bom se for para o bem dela, então que vá mesmo, apesar de que estava gostoso olhs-la... sei que poderia ter chegado nela de outra forma... Espero poder encontra-la outra vez.

Logo após se levantou da cadeira, olhou no relógio e viu que precisava ir embora e como se nada tivesse acontecido, foi embora.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

LIMITE:



Fazer perceber o limite e que o flexível nao e´´ tao flexivel assim

relação do limite uma questão mutua.

Flexibilidade

Atingir as pessoas,

o que gostar?

equilíbrio das coisas?!

paciência,

individualidade

ensinar o outro


EUFORISMO,

EXECIVIDADE DE EMOÇÃO,

AUTORIDADE

PESQUISA

MADURECER

NA METAMORFOSE, NO ESTRANHO...